campanha plastico scOs estudantes da Universidade de Cabo Verde do Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente promoveram uma campanha de recolha de plástico em Santa Catarina, na Ilha do Santiago no dia 1 de agosto de 2015.

Esta campanha enquadra-se na iniciativa Cabo Verde sem plástico e tem por objetivo alertar a sociedade para a necessidade de reduzir o consumo e a utilização excessiva do plástico no seu quotidiano e ainda engajar os diversos atores sociais para as questões ambientais numa perspetiva de desenvolvimento sustentado.

“O plástico é um dos maiores inimigos do meio ambiente pelo tempo de decomposição pelo espaço que ocupa, dificulta a infiltração e vários outros factores que estão associados a isso, então cabe a nós fazer um pouco com a recolha destes plásticos para melhorarmos as questões ambientais”, frisou o estudante Arlindo Furtado.

Para a realização dessa campanha, os estudantes contaram com apoio da Câmara Municipal da Santa Catarina de Santiago, o grupo de teatro OTACA, o Hospital Regional de Santiago Norte e da Direção-Geral do Ambiental.

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A Universidade de Cabo Verde através do Centro de Investigação para Género e Família (CIGEF) comemorou o dia Internacional da Mulher Africana no auditório da reitoria, no dia 31 de julho, no Plateau, em parceria com a RA-AMAO Renascença Africana - Associação das Mulheres da África Ocidental.

“Género, Mudanças Climáticas e Segurança Alimentar” foi o tema central da conferência onde peritos, decisores e a sociedade civil partilharam ideais, considerando que é um tema que apela a todos.

A Pró-Reitora para a Pós-Graduação e Investigação, professora doutora Sónia Silva Vitória, afirmou que as mulheres constituem mais de metade da população representada, maioritariamente, no mundo rural, nos sectores da agricultura, na pesca e na transformação dos produtos, elas encontram-se numa situação de vulnerabilidade pela sua condição de mãe e de responsáveis pelo bem-estar das suas famílias.

“São também as mulheres que estão nas medidas de mitigação contra os efeitos extremos do clima e com impactos severos, como o desequilíbrio das florestas, as ameaças da escassez de água, as dificuldades agrícolas, a desertificação, a redução da biodiversidade, a proliferação das doenças tropicais. Pela nossa parte, enquanto Universidade de Cabo Verde, estamos empenhados em fazer tudo o que estiver ao nosso lance para a troca de experiências, concretizando eventos de cariz científico e técnico, permitindo o intercâmbio, a partilha de saberes sobre Género nas estratégias das Mudanças Climáticas nos seus diferentes domínios para mitigar, se não anular, os riscos sobre a segurança das nossas mulheres e das gerações vindouras” alertou Sónia Vitória. 

Lígia Fonseca, considerou que, não obstante a mulher africana ter alcançado algumas conquistas, há que se criar mecanismos de as proporcionar uma vida social, familiar e profissional mais plena.

“É preciso trabalhar também a nível das mentalidades porque muitas vezes a lei diz que somos todos iguais, mas no nosso dia-a-dia não nos comportamos como iguais e os dados dizem que os tempos da mulher são mais ocupados com as lides caseiras “, alertou a Primeira-dama.

Em relação ao tema da conferência “Género, Mudanças Climáticas e Segurança Alimentar” explicou que a segurança alimentar é um direito que fortalece a condição de cidadania, o que, no entanto, não se reduz a ela mesma, mas diz respeito à articulação de diversos políticos.

O Dia da Mulher Africana é comemorado no Continente Africano e foi instituído durante a Conferência das Mulheres Africanas, ocorrida a 31 de Julho de 1962, em Dar-Es-Salam, Tanzânia, por 14 países e 8 Movimentos de Libertação Nacional.

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O Dia da Mulher Africana, 31 de Julho, é comemorado no  Continente Africano e foi instituído durante a Conferência das Mulheres Africanas, ocorrida a  31 de Julho de 1962, em Dar-Es-Salam, Tanzânia, por 14 países e 8 Movimentos de Libertação Nacional.

Este ano, para assinalar essa efeméride, a Renascença Africana - Associação das Mulheres da Africa Ocidental (RAMAO)   e a UNICV -  Centro de Investigação para Género e Família (CIGEF) da Uni-CV, debruçarão sobre a temática “Género, Mudanças Climáticas e Segurança Alimentar”, um tema atual e de muita importância a nível global. Por isso a realização de uma Conferência, onde peritos, decisores e a sociedade civil irão partilhar ideais, considerando que é um tema que apela a todos.  As mudanças climáticas ou um desregramento climático deriva à modificação durável dos parâmetros em relação às atividades humanas (emissão de gases na atmosfera, ligada à exploração industrial, aos transportes, à desflorestação, à agricultura).

Tendo em conta a importância das mulheres no domínio da agricultura, todos os esforços centrados na redução da degradação do meio ambiente devem ter em conta  os obstáculos que as impedem de exercer o seu papel e de contribuir, da melhor forma, na salvaguarda do ambiente.

Constituindo as mulheres mais de metade da população representada, maioritariamente, no mundo rural, nos sectores da agricultura, na pesca e na transformação dos produtos, elas encontram-se numa situação de vulnerabilidade pela sua condição de mãe e de responsáveis pelo bem-estar das suas famílias. O Meio representa para essas mulheres o depositário dos meios de sobrevivência, de atividades e de recursos. Com a dinâmica de evolução do clima os ecossistemas estão sujeitos a mudanças cíclicas apresentando fases de secas que provocam incertezas sobre o futuro das populações.

No dia em que comemoramos mais uma efeméride sobre o 31 de Julho, DIA DA MULHER AFRICANA,  será realizada  uma Conferência alusiva à data, cujo tema será “GÉNERO, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SEGURANÇA ALIMENTAR. Uma jornada de reflexão cujo tema tem toda a pertinência, permitindo-nos debruçar sobre a necessidade de se ter em conta o fator género nas estratégias das Mudanças Climáticas nos seus diferentes domínios para mitigar, se não anular, os riscos sobre a segurança das  nossas Mulheres e das gerações vindouras.”

O evento terá início na sexta-feira, 31 de Julho, pelas 09h00, na Reitoria da Universidade de Cabo Verde, sendo que a Sessão de abertura será Presidida pela Primeira-dama, a Dr.ª Lígia Fonseca.

foto para site Debate Clima e Energia

No âmbito das comemorações do dia mundial do ambiente, a Universidade de Cabo Verde em parceria com a Associação para Defesa do Ambiente (ADAD), abraçaram o projeto da World Wide Views, promovendo no dia 6 de junho, na casa Parlamentar, um debate sobre Clima e Energia. A finalidade deste debate foi sugerir aos decisores políticos internacionais, políticas globais que devem ser implementadas para mitigar o aquecimento global e partilhar experiências com os cidadãos.

O mundo sentou-se à mesa no dia 6 de junho para discutir os diversos problemas que têm afectado o clima e a energia. Cinco temas foram postos na mesa para serem analisados a nível mundial: a Importância de Lutar contra as Mudanças climáticas; Instrumentos para intervir contra as Alterações Climáticas; as Negociações das Nações Unidas e os Compromissos Nacionais; a equidade e Distribuição de esforços e por fim os Compromissos a Favor do clima e da energia. Cerca de 100 países entre os quais Cabo Verde, quiseram dar o seu contributo nesta consulta mundial.

Em Cabo Verde, a adesão foi de mais de uma centena de cidadãos. Com o atraso de cerca de uma hora, o debate teve início às 11horas com a projecção de vídeos, informando assim o público sobre os assuntos que estão a ser negociados a nível internacional sobre o clima e energia. Após a passagem dos vídeos informativos, os cidadãos presentes em cada mesa pronunciaram a sua opinião, e votaram sobre 30 questões relacionadas com o tema.

Na primeira parte do debate, após a passagem do primeiro vídeo, ficou bem claro que o aquecimento global é provocado pelas actividades humanas nomeadamente queimas de produtos, cortes de árvores entre outras práticas pouco amigas da natureza. Na óptica da maioria dos participantes, o momento agora é de começar a agir, apostando na sensibilização dos cidadãos e medidas práticas de resolução, visto que os dados continuam a apontar para o contínuo aquecimento global, que trará na bagagem inúmeras consequências negativas quer a nível alimentar e da saúde.

O público na Assembleia mostrou-se ciente dos riscos que as alterações climáticas têm sobre a vida humana, sobretudo nos países em desenvolvimento. Unir esforços e não deixar somente ao Estado e a outras entidades a responsabilidade, foi o apelo deixado por Aniceto Martins até por que “É desde pequeno que se torce o pepino”, afirmou o interveniente.

Certo é que a emissão de dióxido de carbono tem sido cada vez maior. O relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), mostra que o ano de 2014 foi o mais quente, sendo que os quinze anos mais quentes ocorreram no século XIX.

O carvão é a segunda fonte mais importante de energia no mundo, depois do petróleo. Segundo Domingos Semedo, outra forma de reduzir as emissões de carbono é apostar na eficiência energética, incluindo os recursos renováveis como a energia eólica, solar, hídrica, entre outras. Diversas medidas foram apresentadas, por exemplo: atribuir um preço ao carbono, aplicando uma taxa para cada tonelada de emissões de CO2 e queimas de combustíveis fósseis. Neste caso, os governos definem uma taxa e o custo das emissões de carbono, mas não definem a quantidade de emissões.

Outra hipótese a ser considerada é o comércio de emissões, ou seja, as empresas recebem uma quota fixa de emissões e podem reduzi-la ou comprar licenças adicionais.

Estimar os custos que as alterações climáticas vão no futuro é difícil, até por que se prevê danos enormes no futuro. De acordo com os dados apresentados, se os níveis de emissão não forem diminuídos a curto prazo, o futuro do planeta encontra-se comprometido.

O papel das Nações Unidas e dos Países foi o tema abordado na terceira parte do debate. Em 1992, os países assinaram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que relatava que o mundo tem que evitar as perigosas alterações climáticas. A convenção também referia que os países desenvolvidos deveriam apoiar os países em desenvolvimento a reduzir as suas emissões de carbono e a adaptar-se às alterações climáticas. Quase todos os países do mundo assinaram e ratificaram este acordo.

Para tentar evitar situações deste género, Arnaldo Silva, sugeriu a rigorosidade e cumprimento das normas como questões fundamentais que precisam ser levadas com maior responsabilidade pela ação internacional. E isso só será possível caso seja implementada uma organização internacional para monitorização dos gases, evitando assim fraudes por parte dos países mais desenvolvidos, afirmou o mesmo interveniente. A conferência de Paris, que se irá realizar em Dezembro de 2015, poderá mudar este cenário, pois os países concordaram em negociar um novo acordo sobre o clima.

Equidade e Distribuição dos esforços foi o tema da reta final do debate. Países com maior rendimento devem pagar mais custos de mitigação e adaptação do que os países de menor rendimento, no que diz respeito à questão de uma contribuição justa segundo a posição unânime da assembleia. Entretanto, há que arranjar tecnologias no consumo energético de forma a dar resposta à diminuição dos gases, mas para isso é necessário incutir uma política comum para que haja um benefício global.

Até agora, os países não foram capazes de fazer com que os acordos climáticos sejam compridos. E foi sobre a questão dos compromissos e a sua concretização a que se dedicou o último tema do debate.

Várias nações e grupos ambientalistas são a favor de um acordo que comprometa os países a assumirem novas responsabilidades a cada cinco anos. Isto significa que os países não teriam que renegociar um novo acordo com tantos anos de distância. A Assembleia não se posicionou de forma indiferente a esta questão, pois foi de agrado de todos que os países deviam publicar um relatório anual sobre as suas emissões e dar conta do progresso do seu contributo afirmou Adilson Dias. O futuro acordo de Paris, devia incluir objectivos nacionais de curto prazo, e ser obrigatório legalmente para todos os países, concluiu o mesmo inteveniente.

Eliane Semedo

Estudante do 4º ano de Jornalismo

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O dia da cerimónia de finalistas dos estudantes do Campus do Palmarejo da Universidade de Cabo Verde foi dedicado a reconhecer as conquistas de cerca de 270 estudantes dos Departamentos de Ciências e Tecnologias (DCT) e Ciências Sociais e Humanas (DCSH) que estiveram presentes para receber as suas fitas e diplomas de curso.

O Auditório Nacional esteve cheio de familiares, docentes e funcionários que foram presenciar este momento alto de passagem para uma nova etapa na vida profissional. O evento marcou o final da licenciatura, quatro anos de grande esforço para alcançar a meta. Para muitos, inicia-se a entrada no mercado de trabalho, para outros, o fim de um ciclo que vai dar início a outro com estudos de mestrado ou doutoramento.

“Vocês comemoram hoje não apenas a conclusão de um curso, mas uma história que durou quatro ou mais anos. Foram tantos os momentos de partilha com os colegas, com os professores e com toda a comunidade académica da Universidade de Cabo Verde. As experiências foram somando-se e o vosso crescimento, nas mais diversas dimensões, foi tornando-se visível aos olhos dos que tiveram a alegria de partilhar convosco esta aventura”, foram algumas das palavras deixadas pelo Vice-reitor para as áreas de Cooperação e Relações Internacionais, o professor doutor António Lobo de Pina, em representação da Reitora da Uni-CV, que não pôde estar presente no evento.

A Universidade de Cabo Verde despede-se dos finalistas com um até breve.

 

 

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Cerimónia de finalistas da Uni-CV realiza-se no dia 31 de julho

270 estudantes da Uni-CV recebem as fitas

A Universidade de Cabo Verde realiza a cerimónia de imposição de fitas aos 270 estudantes finalistas do ano letivo de 2014/2015 do Campus do Palmarejo, na sexta-feira, 31 de julho, no Auditório Nacional, na Várzea.

O evento contará com a presença do Vice-Reitor para as áreas de Relações Internacionais e Cooperação, professor doutor António Lobo de Pina, representação da Unitel T+ como padrinho dos finalistas de ano letivo 2014/2015, os Presidentes dos Conselhos Diretivos do Departamento de Ciências e Tecnologias e do Departamento de Ciências Sociais e Humanos, Pais, Encarregados de Educação e demais convidados.

O dia será marcado pela distribuição de diplomas, juramento de finalistas do curso de enfermagem, atuação musical do estudante Romeu di Lurdes e muitos momentos de alegria partilhados pelos finalistas da Uni-CV.

Conheça o programa do dia

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Os estudantes do 2° ano do curso de Engenharia Eletrotécnica da Uni-CV (Praia), acompanhados pelo coordenador do curso, Prof. Silvestre Baptista, e pelo Prof. José Camilo de Pina, efetuaram, no dia 22 de Abril de 2014, uma visita de estudo ao parque eólico, sito em Monte de Achada S. Filipe.
Durante a visita, os estudantes foram colocando questões bastante pertinentes, demonstrando grande interesse pelo tema exposto.

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Estudantes de turma A - 2° ano do curso de Engenharia Eletrotécnica

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Estudantes de turma B - 2° ano do curso de Engenharia Eletrotécnica

 

Fotos e Texto: Prof. Silvestre Baptista