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A Vice-Reitora para a Extensão Universitária da Uni-CV, Profª. Doutora Astrigilda Silveira, é licenciada em Matemática, com mestrado e doutoramento em Multimédia em Educação. Assumiu o cargo de Vice-Reitora em abril de 2016.  Nesta entrevista apresenta-nos um balanço das suas metas e desafios desde que assumiu funções. Durante a entrevista destacou alguns projetos como é o caso da instalação do Instituto GeoGebra na Uni-CV. Pela primeira vez, em Cabo Verde, conseguiu-se fazer um trabalho cooperativo e colaborativo de tamanha envergadura, que reuniu os professores de matemática dos diferentes níveis de ensino, da Praia e do Mindelo. De realçar que o Instituto GeoGebra na Uni-CV foi o 9º instalado em África e o 1º num país africano de Língua Portuguesa.

Como tem sido a agenda da Vice-reitoria desde que tomou posse e qual tem sido o trabalho realizado na Extensão Universitária?

Vice-reitora: A nossa agenda tem sido muito enérgica, mas muito gratificante e empolgante. A Vice-Reitora em São Vicente tem funções e responsabilidades que extrapolam as questões de agenda, programas e projetos de extensão universitária. Com a delegação de poderes, a Vice-Reitoria do Pólo de São Vicente ganhou mais autonomia, tendo a Vice-Reitora assumido todas as funções inerentes ao cargo. Assim, para além de executar o programa de Extensão Universitária da Uni-CV, supervisionamos todas as atividades desenvolvidas pelas Unidades Orgânicas e serviços desconcentrados ao nível do Pólo de São Vicente; passamos a assinar acordos de parceria, em representação da Reitora; passamos a emitir os certificados e certidões dos CESP e dos Cursos de Graduação para as Unidades desconcentradas, o que vinha a ser realizado na Praia; passamos a autorizar a deslocação de docentes da Uni-CV em São Vicente, dentro e fora do país, quando a mesma não implica despesas para a Uni-CV e seja por conveniência de serviço; acompanhamos todo o processo de certificação dos cursos de Formação Marítima da Faculdade de Engenharia e Ciências do Mar, incluindo a assinatura de procedimentos, do manual de qualidade e outros documentos necessários à certificação dos referidos cursos.

Ao assumirmos as funções na Vice-Reitoria para a Extensão Universitária comprometemo-nos a trabalhar os pontos fracos e as ameaças apontados na análise SWOT do Plano Estratégico para este pilar, com base em práticas inovadoras e tecnológicas, visando assim criar e fortalecer condições para a transferência do conhecimento e, consequentemente, a promoção da inovação e o reforço da sustentabilidade nacional.

Para o melhor cumprimento das atribuições gerais e específicas, legitimamente concedidas à Extensão Universitária, entendemos apostar na Extensão Universitária enquanto pilar para a promoção do conhecimento e prestação de serviços, assumindo-se o total interesse e empenho em fomentar atividades no seio da sociedade para uma maior e efetiva valorização das potencialidades da comunidade académica da Universidade de Cabo Verde. Igualmente, visando o reforço das relações com as comunidades nacionais, e não só, identificou-se a necessidade de desenvolvimento de projetos de parceria que pudessem atender às reais necessidades dessas comunidades.

Assim, implementaram-se as atividades de Extensão Universitária tendo como pressuposto que seria um imperativo a valorização e a assunção deste pilar como condição de sustentabilidade organizacional; que deveria haver um maior reforço da relação entre a investigação e a extensão universitária; que se devia otimizar e consolidar as parcerias com os setores público e privado; que se devia assegurar a criação e o aproveitamento das oportunidades de prestação de serviços numa perspetiva de valorização recíproca; que seria necessário criar estratégias para o envolvimento da sociedade civil nas atividades da Uni-CV com vista a promover a inovação, bem como fomentar ações indutoras de mudança para viabilizar a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade.

O que preveem neste novo ano letivo?

VR: Em primeiro lugar devemos fazer a avaliação do plano de atividades visando a obtenção de melhores resultados no novo ano letivo. Continuaremos a trabalhar projetos de intervenção social, contribuindo para uma maior interação entre a Universidade e a Sociedade. De realçar que várias das atividades realizadas têm contribuído para colocar a Uni-CV ao serviço dos interesses da população, porque incluem práticas associadas ao bem-estar e à qualidade de vida das pessoas, à cidadania ambiental, ao desenvolvimento sociocomunitário, entre outros.

Além dos vários projetos que têm sido implementados e que já estão institucionalizados a nível das Unidades Orgânicas, dos Institutos, Núcleos, Cátedras, Centros de Investigação e Serviços, que evidenciam que este pilar já é assumido pelos membros da academia e que conduziram a uma nova dinâmica da Extensão Universitária, temos vários outros projetos de âmbito nacional em curso. Começaríamos por destacar o projeto de formação de formadores em GeoGebra no âmbito do qual realizamos o Seminário para a instalação do Instituto GeoGebra, nos dias 27 e 28 de julho de 2017, e comemoramos o Iº Dia de GeoGebra, que marcou a instalação do Instituto GeoGebra na Uni-CV.  Este grande projeto foi idealizado pela Vice-reitora para a Extensão Universitária e o processo de instalação do Instituto GeoGebra na Universidade de Cabo Verde contou com o apoio do Instituto GeoGebra de Portugal, o Instituto Politécnico do Porto, a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto e da Organização dos Estados Iberoamericanos.

Foi um evento com muito sucesso, com resultados muito profícuos e que marcou a história da Educação Matemática em Cabo Verde. Pela primeira vez, em Cabo Verde, conseguimos fazer um trabalho cooperativo e colaborativo de tamanha envergadura que reuniu os professores de matemática dos diferentes níveis de ensino, das cidades da Praia e do Mindelo. Realçamos que o Instituto GeoGebra na Uni-CV foi o 9º instalado em África e o 1º num país de Língua Portuguesa desse continente.

Neste momento, já concluímos o processo de certificação do Instituto GeoGebra na Universidade de Cabo Verde e nomeamos a sua equipa. Pretendemos apresentar ao Ministério de Educação um plano de formação de formadores em GeoGebra a nível nacional e alguns módulos com tarefas diversificadas, com recurso a esse software, para uma aprendizagem significativa da Matemática, através de uma nova abordagem dos conteúdos matemáticos, a estratégia de ensino e aprendizagem exploratória, à luz das orientações teóricas e curriculares no panorama internacional.

Estamos também na implementação do projeto das Casas da Ciência do Mindelo e da Praia, que são estruturas de promoção da cultura científica e tecnológica e que fazem a ligação entre a comunidade científica e a sociedade. Enquanto atividade ligada à Extensão Universitária, as Casas da Ciência permitem envolver todo o corpo docente especializado, bem como os estudantes e funcionários da Uni-CV, representando assim uma fonte de dinâmica e projeção académicas. Este projeto, desenvolvido nas Ilhas de Santiago e São Vicente, com a implementação e dinamização da Casa da Ciência da Praia e da Casa da Ciência do Mindelo, possui como parceiras várias organizações e entidades públicas e privadas.

O Projeto deu os seus passos iniciais com o Protocolo de Cooperação entre o Ministério da Educação e a Universidade de Cabo Verde, a 5 de Agosto de 2015. No entanto, foi em 2016 que se registou o desenvolvimento prático do projeto através de um conjunto de atividades levadas a cabo em conjunto com a Fábrica da Ciência Viva da Universidade de Aveiro e com as nomeações das Comissões de Gestão e Científicas de ambas as Casas da Ciência.

Montamos a exposição "A Física no dia-a-dia", em São Vicente, que tem contado com a presença de crianças e adolescentes que desenvolveram várias atividades sob a orientação dos monitores que receberam formação.

Dado o importante valor das Casas da Ciência para a sociedade como um todo, iniciou-se em outubro de 2016 a preparação do Programa Itinerante – A Casa da Ciência vai às Escolas. Neste âmbito, com recurso aos 24 kits móveis, foi preparado um cronograma de visitas às escolas do ensino básico e secundário nas Ilhas de São Vicente, Santo Antão e Santiago. Esta atividade foi organizada em estreita articulação com o Ministério da Educação, através das suas Delegações Concelhias.

Entre outros aspetos, está-se a trabalhar o tema Educação para a Inclusão e o Empreendedorismo, com vista a permitir a todas as crianças, jovens e suas famílias terem acesso a experiências e informações sobre áreas e matérias muitas vezes consideradas inacessíveis. Ao mesmo tempo pretende-se trabalhar meios e técnicas com vista a dotar famílias mais carenciadas de possibilidades de criarem os seus próprios negócios, através por exemplo, da preparação de cremes, sabonetes e/ou perfumes com recurso a técnicas laboratoriais simples e adaptadas ao quotidiano.

Já preparamos o Programa Itinerante – “A Casa da Ciência vai às Escolas” para visitas às escolas do ensino básico e secundário em todo o país e o mesmo já foi apresentado a algumas instituições financiadoras, como a MERCK, a Comissão Nacional da UNESCO e será também submetido ao Ministério de Educação para efeitos de financiamento.

Um outro projeto que foi implementado, e que vai continuar, resultou de um desafio que nos foi lançado pela Secretária da Comissão Executiva da Comissão Nacional da UNESCO, Dra. Glória Ribeiro, e diz respeito à institucionalização do Ciclo de Cinema em São Vicente.

Esta 1ª edição de “O Ciclo de Cinema” subordinou-se à temática da escravatura e da rota transatlântica dos escravos, que a UNESCO tem vindo a desenvolver internacionalmente, através do projeto “A ROTA DO ESCRAVO - Resistência, Liberdade, Herança”. Os filmes exibidos “A Rota do Escravo: A alma da resistência” e “A Rota do Escravo: uma visão global”, com o selo da UNESCO, foram produzidos no âmbito deste grande projeto.

Esta atividade teve como público-alvo os alunos do Ensino Secundário de todas as escolas de São Vicente e, no âmbito desta parceria, os alunos beneficiaram da expertise dos nossos professores que promoveram debates no final de exibição de cada filme. Assim, esta atividade foi uma oportunidade de criarmos estratégias para o envolvimento de estudantes, professores e especialistas de outras instituições nas atividades da Uni-CV, através da valorização das potencialidades internas.

Foi possível constatar que boa parte do nosso público-alvo mostrou interesse pelo Ciclo de Cinema, tendo levado a Delegação do Ministério de Educação em São Vicente a assumir a 2ª edição deste Ciclo de Cinema, a realizar-se no ano letivo 2017-2018.

Realçamos ainda o projeto EMPREAMAR, que é um Programa de Empreendedorismo Marítimo, que está sob a alçada da Vice-Reitoria para a Extensão Universitária. Este projeto resulta de uma excelente parceria entre a Uni-CV, o Campus do Mar e o INDP. O projeto tem como principais objetivos fomentar o desenvolvimento de projetos empresariais ligados à economia marítima nas comunidades costeiras de Cabo Verde e sensibilizar as comunidades locais e nacionais para a importância do uso sustentável dos recursos marinhos no desenvolvimento económico, social e ambiental.

Pretendemos com este projeto envolver vinte jovens empreendedores, com idades compreendidas entre os 20 e os 31 anos, no desenvolvimento de projetos de negócios na área da economia marítima; contemplar pelo menos dez professores e investigadores da Uni-CV que irão partilhar e beneficiar de conhecimento decorrente da troca experiência com programas similares do Campus do Mar e de outros países africanos, partilha de metodologias de formação para apoiar o empreendedorismo, orientação e inovação social e colaboração com especialistas de diferentes setores; envolver vinte técnicos provenientes de outras instituições, nomeadamente, a Direção das Pescas/ACOPESCA, a Associação Nacional, a Direção Geral de Transporte e Energia e as empresas ligadas à Economia do Mar e outras Instituições ligadas ao empreendedorismo que perspetivam o desenvolvimento do setor empresarial.

Ao longo deste programa serão selecionados seis a oito empreendedores que frequentarão as instalações da Pré-incubadora da Uni-CV para a incrementação das suas ideias e projetos selecionados.

Por último, refiro também que temos vários projetos desenvolvidos por docentes das diferentes Unidades Orgânicas, já aprovados pela Equipa Reitoral e submetidos para financiamento.

 O que considera que poderá ser melhorado no seu setor e o que estão a fazer para poder melhorá-lo?

VR: No balanço do plano de atividades do ano de 2016 consideramos positivos os trabalhos desenvolvidos. Da análise SWOT, efetuada no início das atividades, houve um esforço para superar os pontos fracos identificados, potenciar os pontos positivos e aproveitar as oportunidades para ultrapassar as ameaças. Entretanto, ainda existem, nomeadamente, a dificuldade da Universidade em fazer a prestação de serviços para captação de fundos que permitam a sustentabilidade organizacional. Neste âmbito, estamos a sensibilizar a comunidade académica a apresentar projetos para prestação de serviços que deverá ser feita com eficiência e qualidade, em estreita relação com a investigação.

 E relativamente aos projetos futuros?

VR: Vamos dar continuidade aos protocolos já existentes, vamos implementar os projetos submetidos para financiamento, bem como aqueles que emergirem dos novos acordos de cooperação celebrados com instituições nacionais e internacionais.

Aquando da assunção da Vice-Reitoria para a Extensão Universitária foi constatado que as áreas de Matemática e Língua Portuguesa não tinham sido contempladas nas Casas da Ciência. Assim, considerando o insucesso escolar nestas disciplinas, trabalharam-se dois projetos visando a promoção de aprendizagens significativas destas disciplinas e os mesmos foram submetidos para financiamento à Cooperação Portuguesa e a outras instituições parceiras, pelo que aguardamos resposta para a sua implementação. Referimo-nos ao projetos “Vi.cente ao cubo” e “San.tiago ao cubo” e “O Cantinho da Matemática” - Casas da Ciência do Mindelo e da Praia. 

O projeto “Vi.cente ao cubo” e “San.tiago ao cubo” foi desenvolvido por equipas da Uni-CV e tendo como público-alvo os alunos do Pré-escolar e dos Ensinos Básico e Secundário, a Comunidade académica e a Sociedade Civil em geral. O mesmo prevê o envolvimento de especialistas nas áreas do ensino e aprendizagem da língua portuguesa, biologia, ciências naturais ou a física, considerando a definição articulada de um projeto educativo integrador. Num programa de aprendizagem integrada serão organizadas oficinas temáticas de conteúdos: da língua portuguesa, da ciência e da tecnologia. Prevê-se a criação de um núcleo de estudo em ciência, que inclua uma mediateca e um necessário acervo bibliográfico, que contemple obras vocacionadas para o público infantil, juvenil e adulto. Serão desenvolvidos materiais de comunicação para a ciência e a tecnologia em língua portuguesa que façam a mediação com o público geral e com públicos específicos.

O projeto “O Cantinho da Matemática” foi estruturado pelos Docentes do Curso de Matemática e tem como público-alvo os alunos do Pré-escolar e dos Ensinos Básico e Secundário, Comunidade académica e Sociedade Civil de Cabo Verde. De entre outros, pretende-se com este projeto o desenvolvimento das capacidades transversais como a resolução de problemas, o raciocínio e a comunicação; dotar o aluno de capacidades para resolução de situações-problemas do contexto real; estimular o estabelecimento de conexões entre os conceitos matemáticos e o relacionamento entre ideias matemáticas e outras áreas; promover a apropriação da Matemática como uma herança cultural; valorizar a Matemática como promotor do desenvolvimento científico e tecnológico; desenvolver uma atitude positiva dos alunos em relação à Matemática.

Um outro projeto de âmbito nacional que merece realce designa-se “Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho” e foi desenvolvido por dois professores da Faculdade de Engenharia e Ciências do Mar. O mesmo já foi submetido a todas as Câmaras Municipais do país para a sua implementação em parceria e aguardamos feedback para a sua implementação.  O projeto visa proporcionar experiências de aprendizagens significativas e oportunidade única de adquirir conhecimentos e sensibilidade na matéria de Segurança Higiene e Saúde no Trabalho, a custos reduzidíssimos e com a qualidade esperada. Considerando a tecnologia disponível, pretende-se desenvolver este projeto em todas as Ilhas de Cabo Verde e quiçá numa próxima oportunidade ser alargada aos países africanos de língua oficial Portuguesa.

Do recente acordo estabelecido, em parceria com o Sistema Integrado de Atendimento Pré-Hospitalar (SIAPH) e o Sistema Integrado de Atendimento Sanitário Pré-Institucional (SIASP), vamos promover e desenvolver ações de natureza diversa, de interesse recíproco, no domínio das unidades experimentais SIAPH e SIASPI, integrando um complemento de formação curricular do curso de enfermagem na Universidade de Cabo Verde no que tange à avaliação sistemática no Advanced Life Suport (ALS), referenciado European Resuscitation Council (ERC) para os estudantes desse curso. Vamos desenvolver uma plataforma para o atendimento pré-hospitalar que será uma experiência pioneira na CEDEAO e poderá fortificar a postura de Cabo Verde no intercâmbio com os países da CPLP e da Macaronésia. Assim, numa ótica de conjugação de esforços, que se revela de particular importância para o estabelecimento desta parceria, a Uni-CV, o SIAPH e o SIASPI irão potenciar as condições que lhes permitam prestar serviços de apoio pré-hospitalar de qualidade à comunidade, em complementaridade com o ensino superior.

Prevemos a implementação do Instituto GeoGebra noutros países visto que o Instituto GeoGebra na Uni-CV já foi certificado pelo Instituto GeoGebra Internacional. Já iniciamos os contatos com Moçambique, Angola e Roménia e como já temos formadores em GeoGebra em todos os níveis de ensino em Cabo Verde, a Uni-CV deverá desempenhar um papel importante para o desencadeamento deste processo nesses e noutros países.

Destacamos igualmente que estamos a participar num Projeto promovido pela Delegacia de Saúde que poderá promover a relação transformadora entre a Uni-CV e a Sociedade. Trata-se do projeto “Viver Bem na Terceira Idade” que tem como principal objetivo a promoção de atividades físicas aos idosos de todos os bairros de São Vicente, visando maior qualidade de vida dos mesmos. Os nossos estudantes do Curso de Educação Física e Desporto vão beneficiar deste projeto e terão intervenção como monitores voluntários.

Para finalizar, gostaríamos de salientar que a leitura do timeline que sintetiza o programa de atividades de Extensão Universitária das Unidades Orgânicas, Institutos, Núcleos, Cátedras, Centros de Investigação e Serviços reflete que as atividades de extensão universitária na Universidade têm sido muito intensas e que muitas podem ser objeto de inspiração para benchmarking interno, pelo que continuaremos a sensibilizar a nossa comunidade académica a desenvolver projetos visando a transferência de conhecimento e prestação de serviços para arrecadação de receitas para a Uni-CV e promoção da nossa Universidade.

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